Em 2018, lutemos pela superação da violência

Bem-vindos ao ano pastoral de 2018, que, com a contribuição de cada um de nós, será o ano...
Vamos superar a violência no dia a dia?
Publicado em 07/Fev/2018

 

A Campanha da Fraternidade deste ano, que começará na Quaresma, nos convida à SUPERAÇÃO DA VIOLÊNCIA. É com pequenos gestos que, quando somados, nós reforçamos a decisão por uma CULTURA DA PAZ. Apresentamos algumas sugestões, por meio das quais você marcará com um X aquelas a que assumirá para superar a violência em sua vida pessoal, na convivência com o próximo.

 

( ) Buscar a Justiça, jamais a vingança. Todos temos o direito de ter restaurado o que nos foi retirado, seja o bom nome, seja um bem material. Para isto, existem as instâncias judiciais. A vingança, contudo, é retaliação; é violência que gera mais violência.

 

( ) Acolher o diferente. Permitir que o outro seja quem é, sem discriminá-lo ou excluí-lo. Posso não concordar com ele, mas jamais o condenarei por ser quem ele é. Respeito-o, porque, como gente, ele é merecedor de respeito, independentemente de suas opções.

 

( ) Ser flexível. A rigidez de quem é inflexível gera violência, até por situações sem importância. Se sou flexível, ajusto-me ao momento e às pessoas, sem repudiar ou renunciar a quem sou.

 

( ) Ter paciência. Cada um tem seu ritmo de pensar e agir. É necessário aprender a conviver para não forçar o outro a andar mais rápido do que consegue. Sendo paciente, eu dou ao outro a possibilidade de viver a vida segundo quem ele é.

 

( ) Aceitar que o outro também erra. Por ser todos limitados e pecadores, temos de aprender que não há pessoas perfeitas. Se eu não sou, como posso exigir que o outro seja?

 

( ) Não corrigir para humilhar. A correção só tem sentido quando o objetivo é o bem do outro. Mas é improdutiva, e pode levar à violência, quando feita para diminuir ou “provar” ao outro que ele é culpado, ou que é menos capacitado do que imagina. Sem amor, a correção pode ser inútil e agressiva.

 

( ) Aprender a pedir perdão. Tantas mortes e agressões acontecem porque não somos capazes de abrir mão em nosso orgulho, por não dar o primeiro passo em busca de reconciliação. Não perdoar é falta de sabedoria, já que com o perdão todos saem ganhando.

 

( ) Evitar discutir assuntos que incitam à agressão. Que vantagem há em discutir religião, futebol e política, por exemplo? Dialogar e trocar ideias, sim; discutir, não. Estes confrontos não aproximam as pessoas; antes, afastam-nas e podem levar à inimizade.


( ) Dirigir defensivamente. É impressionante que a violência no trânsito leve a tantas brigas, acidentes e crimes. Dirigir com responsabilidade e atenção evita muitas situações de agressão e morte. O condutor “ofensivo” é um criminoso com uma arma na mão.

 

( ) Ser capaz de perder para não brigar. Às vezes, ganhar é perder! Ceder pelo bem do outro é uma atitude inteligente e não tem nada a ver com covardia. Sempre que há violência, todos perdem.

 

( ) Controlar o próprio temperamento. O cuidar de si até a decisão de procurar ajuda especializada faz da pessoa explosiva um ser humano que descobre a alegria de conviver pacificamente.

 

( ) Aceitar o conflito, nunca o confronto. “O conflito é a divergência em que se busca o consenso. Já o confronto é a tentativa de anular a outra pessoa”. Sendo diferentes, não escapamos do conflito, mas não temos por que optar pelo confronto; este leva à violência.

( ) Discordar com respeito e caridade. O problema não está em discordar, mas como se discorda.

 

( ) Evitar maledicência. Da maledicência e da calúnia provêm muitos desentendimentos, alguns graves, que podem levar à violência.

 

( ) Não alimentar a ira. Irritar-se é um ato instintivo, uma reação ao mal. Sentir ira não é o problema; este só se concretiza quando eu o alimento, permitindo que se torne raiva e, depois, ódio. Quem controla a ira evita na fonte o nascimento de atitudes violentas.

 

( ) Não fazer aos outros aquilo que não gostaria de que fizessem a você. É não permitir que a violência nasça; é prevenir para não precisar remediar!

 

( ) Criar um ambiente de paz. Onde você estiver, seja alguém que promova a paz e que esvazie o confronto.

 

( ) Converter-se! Mudar o estilo de viver, de agir, abandonar o caminho do “olho por olho, dente por dente”. Ao olhar para Jesus, somos chamados a “oferecer a outra face”, isto é, não dar continuidade à violência.

 

 

 

Texto: Pe. Cristovam Iubel

 
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