Gratidão pelas festas dos Padroeiros!

É com imensa satisfação que chegamos ao fim dos festejos de São Jorge e Nossa Senhora de Fátima...

OS SANTOS JUNINOS
Conheça a origem das festas populares.

Publicado em 01/Jun/2018

 

As festas juninas são, em sua essência, multiculturais, embora o formato com que hoje as conhecemos tenha origem nas festas dos santos populares, em Portugal: Festa de Santo Antônio, Festa de São João e Festa de São Pedro e São Paulo. A música e os instrumentos usados, cavaquinho, sanfona, triângulo ou ferrinhos, reco-reco, etc., estão na base da música popular e folclórica portuguesa e foram trazidos ao Brasil pelos povoadores e imigrantes do país irmão. As roupas ‘caipiras’ ou ‘saloias’ são uma clara referência ao povo campestre, que povoou, principalmente, o nordeste do Brasil, e muitíssimas semelhanças se podem encontrar no modo de vestir ‘caipira’, tanto no Brasil quanto em Portugal. Do mesmo modo, as decorações com que se enfeitam os arraiais tiveram seu início em Portugal com as novidades que, na época dos descobrimentos, os portugueses traziam da Ásia, como enfeites de papel, balões de ar quente e pólvora, por exemplo.


Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, é feita daquele alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Nelas, Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo são celebrados com grande alegria e manifestação popular. 


Vamos conhecer mais sobre estes três grandes santos de nossa Igreja.


Santo Antônio nasceu em Lisboa (Portugal), em 1195, e faleceu em Pádua (Itália), no dia 13 de junho de 1231. Foi, primeiramente, religioso agostiniano e, depois, tornou-se franciscano. Chegou a conhecer São Francisco de Assis e com ele conviveu por um tempo. São Francisco o nomeou responsável pela formação dos frades, diante de sua grande capacidade intelectual e de seu conhecimento teológico. É o santo junino de maior apelo popular. É chamado Santo dos Pobres e muito procurado como santo casamenteiro.


Após sua morte, aconteceram tantos milagres, que, onze meses após, foi beatificado e canonizado. Quando seu corpo foi exumado, sua língua estava intacta. São Boaventura encontrava-se presente e disse que “este milagre era a prova de que sua pregação inspirava-se por Deus”. Sua canonização foi realizada pelo Papa Gregório IX, sendo o processo mais rápido da história da Igreja. Em 1934, foi declarado Padroeiro de Portugal e, em 1946, foi proclamado Doutor da Igreja pelo Papa Pio XII.


São João Batista,cujo nome João significa ‘Deus dá a graça’, foi o precursor de Jesus. Ele se alegrou com a chegada do Messias, ainda no ventre de sua mãe, Isabel, quando esta recebeu a visita de Maria em sua casa (Lc 1,39-43). Ele foi o único profeta a anunciar a chegada do Messias e a mostrá-lo no meio do povo. Ele batizou no Rio Jordão o próprio autor do batismo. Foi ele quem apontou Jesus, proclamando-o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (Jo 1,29). São João Batista é muito importante no Novo Testamento, pois ele foi o precursor de Jesus, anunciou sua vinda e a salvação que o Messias traria para todos. João Batista era a voz que gritava no deserto e anunciava a chegada do Salvador. Ele é também o último dos profetas. Depois dele, não houve mais nenhum profeta em Israel. São João Batista é o primeiro mártir da Igreja. Ele é venerado como profeta, santo, mártir, precursor do Messias e arauto da verdade, custe o que custar. Sua representação é mostrada batizando Jesus e segurando um bastão em forma de cruz. No dia 24 de junho, celebramos seu nascimento. De todos os Santos, ele é o único que tem o dia do nascimento e o dia da morte celebrados, pois os demais santos têm apenas o dia da morte celebrado.


São Pedro foi o primeiro a ser chamado por Jesus, com seu irmão André. Jesus o convidou para deixar o barco na praia, caminhar com ele, pois Jesus o faria “pescador de homens”. Pedro prontamente deixou tudo e passou a caminhar com Jesus. Foi o primeiro a professar a fé no Cristo, quando disse: ‘Eu sei que tu és o Messias, o filho do Deus vivo’. Quando Jesus deu a São Pedro a missão de ser líder da Igreja, disse a ele: “tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei minha igreja”. Pedro era um homem simples, extrovertido, falava sem pensar. Por outro lado, era acostumado às dificuldades da vida de pescador. Mas, depois de três anos, seguindo Jesus, e depois de receber o poder do Espírito Santo em Pentecostes, Pedro se tornou um grande líder, um apóstolo, palavra que quer dizer enviado. Depois de Pentecostes, Pedro passou a ser um evangelizador por todos os lugares por onde andava. Sua autoridade como líder da Igreja nascente sempre foi respeitada e atestada por vários documentos da Igreja. Nunca foi questionada. De fato, São Pedro assumiu as chaves da Igreja, e seus sucessores, os Papas, são continuadores de sua autoridade e de sua missão dadas pelo próprio Jesus Cristo. Pedro tinha o dom da cura, de tal forma que as pessoas queriam tocar em seu manto, ou passar sob sua sombra, para que fossem curadas e libertadas, como nos atesta o livro dos Atos dos Apóstolos.


São Paulo nasceu entre os anos 5 e 10 da Era Cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião de seus pais, sem recusar os contatos com a vida e a cultura do Império Romano.


Os pais deram-lhe o nome de Saul (nome do primeiro rei dos judeus) e o apelido de Paulo. O nome Saul passou para Saulo, porque, assim, era este nome, em grego. Mais tarde, a partir de sua primeira viagem missionária ao mundo greco-romano, Paulo usa, exclusivamente, o sobrenome latino Paulus.


Paulo é chamado “o Apóstolo” por ter sido o maior anunciador do cristianismo depois de Jesus. Entre as grandes figuras do cristianismo nascente, a seguir a Cristo, Paulo é fato a personalidade mais importante que conhecemos. É uma das pessoas mais interessantes e modernas de toda a literatura greco-romana, e sua Carta aos Coríntios é das obras mais significativas da humanidade.


Escreveu 13 cartas às igrejas por ele fundadas. A saber: Cartas grandes: duas aos tessalonicenses; duas aos coríntios; aos gálatas; aos romanos. Da prisão: aos filipenses; epístola a Filêmon; aos colossenses; aos efésios. Pastorais: duas a Timóteo e uma a Tito.

Peçamos aos Santos Padroeiros Juninos um coração amoroso, caritativo e fraterno!
 
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